
Acordamos cedo para assistirmos à troca da guarda no Palácio La Moneda. O “evento” acontece dia sim, dia não, e um guardinha nos disse que a próxima aconteceria no domingo. Pegadinha do Malandro! Chegamos ao Palácio e a troca havia acontecido no sábado e a próxima só segunda. Ok! Voltamos amanhã.
Com a programação furada, fomos à rodoviária providenciar nossa passagem para Mendoza e seguimos para o Mercado Central, onde almoçaríamos. No local, muitas barracas vendendo frutos do mar estranhíssimos. É impossível imaginar alguém comendo muitos deles. Os feirantes ficam afoitos tentando laçar os turistas pelos corredores numa disputa confusa. A cada vez que dizíamos “No, gracias”, ouvíamos uma gracinha que, muitas vezes, nem entendíamos direito. Definitivamente, os vendedores do mercado são os pedreiros do Brasil!
Almoçamos no restaurante que nos pareceu mais limpo e confortável. Preferi não arriscar em meio à tantas opções marítimas e optei pelo bom e velho camarão. A Marina também foi cautelosa e escolheu salmão. De lá fomos à vinícola Concha y Toro por conta própria. As excursões cobram uma pequena fortuna. Demoramos a chegar, afinal, foi preciso pegar três metrôs (sendo que em dois deles descemos na estação final) e um ônibus! Foi ótimo para conhecer melhor a cidade. Em um dos metrôs ainda tivemos a harmoniosa companhia da torcida organizada do Colo Colo, que cantava músicas e socava o teto e as paredes do vagão... uma experiência antropológica interessante.
A vinícola é bem legal, mas vamos deixar essa parte para contarmos no Brasil. Estamos deixando algumas histórias de fora dos posts para não perderem a graça quando voltarmos para contar. Portanto, após a semana que vem, estamos abertas a convites para tomar um café, lanchar ou almoçar, ok? Rs...
Com a programação furada, fomos à rodoviária providenciar nossa passagem para Mendoza e seguimos para o Mercado Central, onde almoçaríamos. No local, muitas barracas vendendo frutos do mar estranhíssimos. É impossível imaginar alguém comendo muitos deles. Os feirantes ficam afoitos tentando laçar os turistas pelos corredores numa disputa confusa. A cada vez que dizíamos “No, gracias”, ouvíamos uma gracinha que, muitas vezes, nem entendíamos direito. Definitivamente, os vendedores do mercado são os pedreiros do Brasil!
Almoçamos no restaurante que nos pareceu mais limpo e confortável. Preferi não arriscar em meio à tantas opções marítimas e optei pelo bom e velho camarão. A Marina também foi cautelosa e escolheu salmão. De lá fomos à vinícola Concha y Toro por conta própria. As excursões cobram uma pequena fortuna. Demoramos a chegar, afinal, foi preciso pegar três metrôs (sendo que em dois deles descemos na estação final) e um ônibus! Foi ótimo para conhecer melhor a cidade. Em um dos metrôs ainda tivemos a harmoniosa companhia da torcida organizada do Colo Colo, que cantava músicas e socava o teto e as paredes do vagão... uma experiência antropológica interessante.
A vinícola é bem legal, mas vamos deixar essa parte para contarmos no Brasil. Estamos deixando algumas histórias de fora dos posts para não perderem a graça quando voltarmos para contar. Portanto, após a semana que vem, estamos abertas a convites para tomar um café, lanchar ou almoçar, ok? Rs...
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