sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Paris mais uma vez

Dia 20: Chegamos a Paris para o penúltimo dia de viagem. Na primeira passagem pela cidade ficamos devendo uma visitinha à Sacre Coeur e hoje fomos até lá. Passamos no hotel somente para deixar a bagagem - que duplicou de tamanho e ocupou bastante espaço no trem que nos trouxe de Londres pela manhã.
Da basílica temos um vista linda de Paris, apesar do dia nublado. Vale também falar do bairro de Montmatre, que é bem diferente da região central da cidade. Algumas ruas estreitinhas repletas de cafés e creperias lembram uma cidade de interior. Passeamos pelas lojinhas e nos deixamos perder pelos becos.
Amanhã vamos a La Vallèe Village - vilazinha cheia de outlets nas redondezas de Paris. Nossa Senhora do Cartão de Crédito que nos proteja! Amém!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Viagem ao passado


Dia 19: Hoje fomos à Tower of London e ela é muito mais do que imaginávamos. Tanto que ficamos mais de 4 horas muro adentro. Digo muro porque o local é uma fortaleza construída ao longo de séculos. Já serviu de moradia para reis e também de prisão para condenados à morte. Com ajuda do audioguia em português, fizemos uma viagem ao passado e "revivemos" muitas histórias de um tempo em que se matava por adultério, traição ao rei e muitos outros motivos que hoje seriam considerados pouca coisa para tirar a vida de alguém. Época também de muitas batalhas marcadas para sempre nas pedras que formam o enorme complexo da torre.
Ao lado da Tower of London a Tower Bridge (foto).
De lá ainda iriamos ao British Museum, que às quintas normalmente fecha às 20h30. Mas hoje ele fechou às 18h com última entrada às 17h. Chegamos tarde e perdemos a oportunidade de conhecer. Infelizmente terá que ficar para uma próxima. Amanhã de manhã voltamos para Paris de trem.
Bjos a todos

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Palácio de Buckingham e região


Dia 18: Hoje a pontualidade britânica foi colocada sob suspeita. A troca da guarda real no Palácio de Buckingham começou com quase 15 minutos de atraso. Péssimo para quem já estava lá em busca de um cantinho estratégico há cerca de uma hora. E a troca não teve nada de mais, além da demora. O ritual é bem longo para quem está de pé assistindo, mas não deixa de mostrar a cultura e tradição do povo inglês.
Na sequência fomos à Queen's Gallery, que de bom mesmo não tem nada. Só serviu para deixarmos mais dinheiro na lojinha que vem logo depois (porque todo museu tem uma lojinha antes da saída? Odeio lojinha de museu! Rs...)
Fomos caminhando até a Picadilly - mais um centro comercial, mas dessa vez nos controlamos (não temos mais espaço para colocar nenhuma sacola). De lá, passamos na National Gallery e na National Portrait Gallery - mais dois museus enormes, do jeito que nosso pezinho gosta. Os dois, assim como os museus de ontem, são mantidos pelo governo e a entrada é gratuita. E o melhor, não deixam nada a dever aos museus pagos. São muito bem administrados e cuidados. Ponto para o Reino Unido!
Para finalizar o dia, fomos à Westminster Abbey - igreja onde foi realizado o mais recente casamento real - William e Kate.
Hora de descansar!
Bjos a todos

Museus e... falência!



Dia 17: Hoje fomos passear pela região do Hyde Park. O dia estava tipicamente londrino: a manhã parece fim de tarde. Suspeitamos que ia chover. Choveu! Mas quando a fina garoa caiu estávamos visitando dois museus bem interessantes: o Museu de História Natural e o Museu de Ciência. Em ambos, muita interatividade para contar como a terra virou o que é hoje, da pangéia passando pelos dinossauros, evolução do homem, às grandes descobertas. Tudo é "mexível" - há games, vídeos, testes... Prato cheio para as escolas e haviam muitos estudantes em excurção.
Os dois museus são enooormes, um ao lado do outro, e custamos a sair de lá. Também visitamos o parque e a Harrods - a maior e mais luxuosa loja de departamentos do mundo. Como não era para o nosso bico (leia-se bolso), conseguimos chegar à Oxford Street ainda com um bom tempo para passear pelas inúmeras lojas da avenida antes delas fecharem as portas. E foi lá que perdemos o senso econômico! rs...
E que venha o 13º salário! Uhu!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Londres, grande Londres


Dia 16: De quase atropeladas por bicicletas em Amsterdan para quase atropeladas por carros em Londres. A mão inglesa é confusa demais, ainda mais quando estamos falando de duas turistas mais interessadas em vitrines e monumentos do que no trânsito propriamente dito. Mas ninguém que não viva aqui deve olhar mesmo para o lado certo ao atravessar a rua. Tanto que, a cada calçada, há um escrito pintado no chão dizendo para qual lado deve-se olhar antes de atravessar.
Hoje fomos conhecer o Brad Pitt, Tom Cruise e companhia no museu de cera - Madame Tussauds. É realmente muito impressionante. Não só pela qualidade artística dos bonecos, mas pela preocupação do local em envolver os visitantes no clima de cada sala. Na ala onde estão expostos os esportistas, por exemplo, é possível interagir em uma série de games eletrônicos. Na ala com o tema "terror", tudo pode acontecer. E assim por diante...
De lá, fomos bater perna na Oxford street e Piccadilly Circus - onde estão reunidas as grandes lojas de departamento de Londres. Tentador...
Na sequência, fomos ao Aquarium e à London Eye, que ficam um ao lado do outro e vendem bilhetes casados. London Eye, a famosa "maior roda-gigante do mundo", nos deu uma visão noturna de boa parte da cidade, que nem de longe é tão iluminada como Paris, mas não deixa de ser bela.

domingo, 20 de novembro de 2011

Welcome!


Dia 15: Hoje foi o dia de altas emoções. Primeiro quase fui presa no aeroporto de Amsterdan. Não, eu não estava levando drogas na mala. Eu simplesmente apertei um botão que eu achava que abria uma porta e era uma alarme! :D
Vieram dois guardinhas correndo desesperados e eu tentando explicar que foi sem querer. Um deles disse "This is not good". Ô meu Deus! Me seguraram mais um tempo, olharam meu passaporte, anotaram meu nome... ms enfim. Pude embarcar para Londres depois de pedir mil desculpas. Rs...
E quando o avião vai pousar, o que acontece????
Bate na pista, continua andando super rápido e decola de novo! O comandante fala, rápido e embolado, e eu não entendo nada. quinze minutos depois pousamos de novo e os passageiros batem palmas (!). Acho que estavamos correndo algum tipo de risco. Vai saber...
Só faltava sermos barradas na rígida imigração londrina. Mas passamos sem nenhum problema. Pelo menos isso.
Com tanto atrasos e demora, chegamos a Londres já de noite. Deu pra ver um pouco do Tâmisa, a London Eye e o Big Ben, mas só da janela do táxi. Amanhã é dia de bater perna!
.
ADENDO: decidimos sair para comer e tiramos a fotinho acima. Nosso hotel é pertinho da roda-gigante gigante.

Bjos a todos!

sábado, 19 de novembro de 2011

Hora de dar tchau à Holanda


Dia 14: Último dia por aqui. Para quem chegou em "casa" de madrugada, até que acordamos cedo para passear no Vondelpark, um parque gigantesco que um dia já foi um pântano (como toda a cidade, aliás). De lá, fomos ao museu Van Gogh, a uma fábrica de diamantes - que não compramos só porque ia pesar na mala (aham) e à fábrica da Heineken - que não compramos porque bebemos (ahan!)...rs...
Amanhã de manhã vamos para Londres e esperamos que esteja menos frio, apesar de ser pouco provável. Não aguentamos mais colocar tanta roupa! Além de dar preguiça, a gente fica enorme, igual um "colchão amarrado" (Carvalho, Kenya. 2011)
Doida pra colocar shortinho, camiseta e chinelo!

Andar...andar...andar...


Dia 13: Hoje foi dia de bater perna até os pés não aguentarem mais. De manhã, fomos à casa de Anne Frank - um museu que narra a história da família de Anne, perseguida pelos nazistas na época da guerra. O local em si e os depoimentos que tivemos a oportunidade de assistir nas TVs espalhadas pelo museu nos deixaram bem reflexivas sobre os acontecimentos que marcaram aquela época. Com vontade ainda maior de ler o Diário de Anne Frank, um livro que já estava na minha listinha e certamente, agora, passará na frente na fila de livros para ler!
Em seguida, passeamos pelo mercado de flores e vimos a infinidade de tipos de tulipas que nascem por aqui. Passamos ainda pelo Waterlooplein - mercado de pulgas local (Feira Hippie de Amsterdan).
Depois de jantarmos, fomos curtir a tão famosa noite de Amsterdan. Havíamos comprado um ingresso da Ultimate Party - um pacote com entrada para 5 pubs e uma boate - passando pelo "exótico" Red Ligth District. Acabamos conhecendo duas brasileiras do Acre (não existe!) que moram desde crianças na Noruega. Forma nossas companheiras de noite.
Sobre o Red Ligth District? Bem, é tudo mesmo o que falam. Ruas estreitas com casas onde mulheres ficam de lingerie em vitrines...

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Encantos de Amsterdan


Acordamos cedo hoje. Como ficamos só descansando ontem, não tínhamos mais desculpas para acordar tarde. Fomos ao museu que conta a história de Amsterdan e ele nos surpreendeu bastante. Não esperávamos muita coisa, mas o local tem uma estrutura impressionante. É todo interativo e moderno. Além do mais, tdisponibiliza áudio em português.
Depois partimos em uma excursão para a zona rural de Amsterdan, onde ainda existem moinhos e fábricas de tamancos de madeira. O frio e a névoa, intensos, nos acompanharam durante todo o passeio. Conhecemos também uma fábrica de queijos.
Na volta, ainda fomos a um bar todo feito de gelo. Das paredes ao balcão, passando pelas cadeiras e copos. Diferente e divertido, mas se já estávamos passando frio na rua, imaginem lá dentro, com os termômetros marcando -10ºC!
No geral, Amsterdan é uma delícia. As ruas totalmente planas, cortadas por canais e por uma superpopulação de bicicletas dão à cidade um ar diferente, especial. São tantas pessoas andando sobre duas rodas, mas tantas, que não se admirem se eu voltar aqui amanhã ou depois dizendo que uma de nós foi atropelada por uma "magrela". Já perdi as contas de quantas vezes isso quase aconteceu!
.
OBS: Na foto do moinho não tá de noite. Tá frio!

Welkom!

Deixamos Milão bem cedo. O vôo era às 11h45 e o aeroporto bem longe do centro. O destino? Os Países Baixos. Mais precisamente, Amsterdan. Chegamos no início da tarde e fomos direto para o hotel. Essquiar cansou bem o corpo e decidimos descansar. Saimos apenas para comer (MUITO), conhecer um pouco a redondeza e voltamos para "casa". Amanhã é dia de bater perna!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

A novela do esqui



Dia 10: O dia foi comprido e começou ainda incerto. Às 7h já estávamos na rodoviária do outro lado da cidade. Um frio de matar. O ônibus para Chatillon sairia às 7h15 e, de lá, pegaríamos outro para Cervinia. Às 7h20 nada do ônibus aparecer e fui perguntar na bilheteria. O ônibus teve um problema e ia atrasar. Só apareceu às 8h.
Com isso, chegamos ao nosso primeiro destino só às 10h e o segudno ônibus era às 9h30. JOIA! O próximo ônibus para a estação de esqui sairia só às 11h30. Com fome, fomos no Carrefour - único lugar que avistamos na cidadezinha de Chatillon.
Chegamos em Cervinia às 12h30 e fomos atrás de informações sobre onde era a estação e como podíamos conseguir um instrutor. Na escola de esqui, fomos informados que já era tarde demais e não haviam mais instrutores. O jeito era irmos sozinhas mesmo, na cara e na coragem.
Pagamos a entrada, subimos no teleférico e, já lá em cima, alugamos o esqui. Foram-se alguns minutos olhando para ele sem saber como colocar nos pés, só observando os outros. Até que vimos um homem observando e achando graça. Disse a ele, em inglês, que era nossa primeira vez e não tínhamos um professor. E ele disse: "Porque não fala em português?".
Caiu do céu! Um italiano que falava português e ainda era PROFESSOR DE ESQUI!
Ele já estava indo embora da estação quando nos viu, pois precisava buscar a filha na escola. Mas nos deu uma aula básica rápida de como freiar, fazer curvas... e de graça! (Ele fala português porque foi casado com uma brasileira e tem uma casa em Natal.)
Depois disso, só alegria! Descemos inúmeras vezes a pista para principiantes e, no final, já estávamos até fazendo rodopios! rs... Esquiar é ótimo e eu já estou me achando "A" esquiadora!
O pior do dia foi só esperar o ônibus de volta no banquinho da praça com os termômetros marcando - 1 ºC. Ui!
OBS: Queremos pista de esqui artificial no Brasil!!!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Dia de fadiga



Dia 9: Claro que o dia começou tarde e com preguiça, após termos dormido quando já era hoje. Fomos almoçar e decidimos ver com calma as lojas do centro, além de comprar alguns souvenirs. Também fomos à rodoviária comprar uma passagem para Cervínia (Vale d'Aosta) - é para lá que vamos amanhã tentar esquiar!
E assim vamos nos despedindo da Milão de lojas finas de grife, mas também de muitos camelôs, artistas de rua, pedintes e cidade onde o sol - nessa época do ano - serve apenas para nos orientar se está de dia ou de noite. Como está frio!!! E hoje só faltou nevar... A foto acima foi tirada no meio da tarde. Imagina se não piorou agora de noite?
O jeito foi encarar uma mega pizza! (Adriano, prepara a ficha da Flávia aí que você vai ter trabalho! kkkkkkkkkkk)

Dia e noite


Dia 8: Hoje o dia foi dedicado à parte noroeste da cidade, onde está localizado o Parque Sempione. Visitamos o Castelo Sforszesco, que fica na entrada do parque, o Arco Della Pace e fomos ao aquário municipal. É um passeio gratuito e valeu a pena passar por lá. Embora o local não abrigue espécies muito exóticas, são 150 diferentes e que podem ser vistas em vários ângulos dentro de ambientes reproduzidos para parecerem bastante com o habitat natural dos animais.
Do parque fomos à Corso Magenta, uma das ruas mais elegantes de Milão - com butiques chiques e construções históricas. Porém, como é domingo, muitas das lojas estavam fechadas. Também fomos à igreja Santa Maria delle Grazie, onde está o quadro A Última Ceia, de Leonardo da Vinci. Porém, ela está em reforma...
Decidimos jantar no MC Donalds e depois procurar uma boate para dançar. Por conta disso, compramos um vestidinho de inverno!
:)
A noite foi divertida - com direito a música brasileira na boate (Rap da Armas do Topa de Elite! rs...) apesar da saga para achar uma boate! Foi bem custoso, mas valeu a pena!
Bjos a todos

sábado, 12 de novembro de 2011

Benvenuto!


Dia 7: Pegamos o trem ontem à noite, com chegada prevista em Milão para hoje às 5h30. Houve um atraso no trajeto e chegamos quase 7h. A viagem de trem não é confortável. Embora não sejam cadeiras, e sim camas, elas são estreitas e colocadas uma em cima da outra. Quase uma beliche, mas com um espaço entre uma e outra muito pequeno. Isso faz com que você se sinta num sarcófago, mas tudo bem!
Chegamos e decidimos descansar da noite mal dormida. À tarde fomos ao centro histórico onde está localizado o Duomo - igreja enorme que demorou mais de 4 séculos para ser erguida e tem mais de 2.000 estátuas no telhado. Passeamos também pela Galeria Vittorio Emanuele II e várias lojas de grife da região. Tomaamos sorvete (delícia!) e comemos pizza (sem graça!), comidas típicas de Milão.
OBS: Pai, fui na loja da Ferrari mas não vai dar para levar uma pra você porque vai dar exccesso de bagagem. Só por isso, ok?
Bjos a todos

Adiós, Paris


Dia 6: Hoje é dia de ir embora de Paris, para revê-la só no fim do mês. Foi preciso fazer as malas antes de sair pelas ruas nos despedindo da cidade. O dia todo teve cara de noite. Um nublado bem fechado, com neblina forte. De longe, só avistávamos a Torre Eiffel até a metade. Sorte nossa termos subido num dia em que foi possível ver toda a cidade lá do alto.
Seguimos para o Les Invalides, um local formado por três museus sobre guerras onde está o corpo de Napoleão Bonaparte. É bem interessante ver a evolução do armamento e das armaduras ao longo dos anos. Dentro desse lugar também funciona um hospital onde ainda moram os soldados que ficaram inválidos na Segunda Guerra Mundial. No túmulo de Napoleão e de outras figuras importantes do exército da época ainda são colocadas flores semanalmente, em homengem aos que lutaram pelo país.
Saindo de lá fomos ao Museu Rodin, que tem um jardim belíssimo. Uma enorme área verde com esculturas do artista ao ar livre. Por conta do horário, seguimos para a estação do metrô passando pela Ponte Alexandre III - que segundo fontes é a mais bonita de Paris. Era hora de pegar o trem e seguir para Milão.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Descansar é artigo de luxo


Dia 5: Pausa para o descanso. Tiramos a manhã para ficar de
pernas para o ar antes que seja tarde. Por volta de meio-dia, fomos para os
lados de Saint German conhecer os pontos turísticos de lá. Primeiro o Conciergerie,
mas ele está em reforma e só volta a funcionar no dia 17. No retorno a Paris
passaremos por lá novamente. Então, seguimos para a Catedral de Notre-Dame,
onde ficamos por mais de uma hora. O interior, enorme e com seus vitrais
maravilhosos, é daqueles que mexe com a gente. Visitamos tudo vagarosamente e acendemos
uma vela para só depois ir até a torre.
Tudo o que havíamos recuperado de energia foi por água a
baixo – ou melhor, escada acima. São 378
degraus até o topo que, graças a Deus, compensa muito pela vista. É possível
ter uma vista panorâmica de Paris, além de vermos as gárgulas e o sino da
catedral, que começou a ser construída em 1163 e só ficou pronta 200 anos
depois!
Da catedral fomos ao Pantheón e ao Jardim de Luxemburgo, que
é ainda mais belo que o Jardim de Tuileries. É engraçado parar e observar o
jeito parisiense de ser – que ao mesmo tempo que quase cai da escada do metrô
para não perder o trem (que passa a cada 2 minutos), acha tempo para sentar num
parque e ficar vendo o dia terminar.
Por fim, fomos ao Centre Georges Pompidou – o Inhotim de
Paris (sem área verde). Arte moderna às vezes me intriga e às vezes me diverte.
Teve paraa todo gosto nesse tour. Jantamos no moderníssimo restaurante do
local, que tem um ambiente muito agradável. E, embora a comida seja bem
normalzinha, recomendamos!

Disney!





Dia 4: Não é preciso ser criança para gostar da Disneyland Paris. O
Mundo Mágico de Walt Disney é assim chamado por motivos óbvios, que agora
ficaram ainda mais evidentes para nós. Nos fez lembrar a infância sim, mas não foram só os encantos da turma do Mickey que impressionaram. A organização do complexo e a alegria dos funcionários são surpreendentes. Eles se divertem tanto quanto os visitantes! Tudo funciona perfeitamente e a preocupação com o detalhe faz toda a diferença. Dos brinquedos temáticos que nos levam a uma viagem dentro da história de personagens que marcam época aos brinquedos radicais, nada deixa a desejar.
Impossível não falar da Disney Parade – o “carnaval carioca” da Disney, a Sapucaí dos nossos personagens prediletos. Eles desfilam, no chão ou em lindos carros, e a gente se diverte. Quando percebe, já está dançando e sacudindo e acenando feito criança. Dá até um segundinho de vergonha!
E as lojinhas? Dá vontade de montar uma casa inteira só com bugingangas
dos personagens da Disney! Mas deu tempo de lembrar que somos adultos chatos
antes de chegar ao caixa. Rs...

OBS: esse dia foi para terminar de matar os pés...





quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sua majestade, Louis XIV


Dia 3: O cansaço bateu após longa viagem e um dia de passeio
que durou mais de 12 horas. Por conta disso, decidimos deixar a terça exclusivamente
para conhecer o Palácio de Versalhes e acordamos tarde conscientemente. Antes,
demos apenas uma passada na Igreja Saint Eustache, que está em reforma (fail),
e na Galeria Vivienne.
No Palácio foi possível alugar um audioguia em português, o
que nos permitiu mergulhar a fundo em parte da história da monarquia francesa e
da família do rei Louis XIV. É engraçado pensar que um dia alguém realmente
tenha vivido daquela maneira. Às vezes tivemos a sensação de estar visitando um
estúdio de Hollywood ao invés de um local que serviu de moradia a alguém.
Os jardins do palácio são uma atração a parte - mesmo com a chuvinha fina que insistiu em cair. Certamente, na época em que morava por ali, a família real se locomovia pelo “quintal” a
cavalo. Um mundo de área verde se estende do castelo a perder de vista e nossos
pés ficaram na dúvida se agradeciam porque não percorremos todos os jardins ou
se resmungavam por termos andado tanto. Enfim, eles decidiram resmungar!
Estamos rezando para que eles aguentem por mais 18 dias.
OBS: A Flávia decidiu dar uma forcinha pra eles (os pés) e comprou
cânfora. Legal foi a gente tentando comprar esse tipo de coisa peculiar. O
próximo passo é conseguir explicar na farmácia o que é emplastro Salompas. A
missão fica para amanhã!

La Tour






Dia 2: As manhãs de outono são realmente encantadoras. Nosso dia teve
início nos Jardins das Tuileries, onde sentamos para observar a vida dos
parisienses. Definitivamente eles não sentem tanto frio como a gente! Dos
jardins passamos pela Place de la Concorde,
palco de importantes acontecimentos da história e ao pé da Champs Elysées –
avenida com muuuitas lojinhas! Adoramos lojinhas!!! J (nada tentador pra duas aspirantes a consumistas!
rs... Mas nos controlamos!) e conhecemos o Arco do Triunfo.
De lá pegamos o metrô para o Palais de Chaillot e, finalmente, a Torre
Eiffel, que é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A! Nunca pensei que ficaria tão impressionada
com qualquer tipo de monumento, mas Gustave Eiffel conseguiu me surpreender.
Por conta de toda a atmosfera que nos envolveu naquele momento sublime (rs...),
decidimos pagar bem mais caro por um jantar no restaurante que fica no alto da
torre, com direito a profiteroles de sobremesa. Só não comento meu prato de
entrada porque é inacreditável: sopa de pipoca com espetinho de pipoca. Fiquei
chocada, mas se alguém duvidar me fala que eu mando aa foto.


OBS: Papys, já comprei um presente pra você! :)

Bjos a todos, meu e da Flávia

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Enfim, Paris











Inicialmente, desculpem a demora! O blog não está funcionando daqui e
passarei a enviar os textos para minha irmã postar.)

Dia 1: Depois de longa e tenebrosa viagem (ninguém merece poltrona de avião!),
chegamos a Paris! Quem disse que frio é psicológico, certamente nunca sentiu
frio. Nem com uma bela programação neurolinguística é possível não se empacotar
para sair na rua.
Nos deparamos com uma paisagem belíssima, típica do outono que vemos nos
filmes. Muitas árvores com galhos pelados e muitas folhas secas em tom
amarelo-alaranjado no chão. Chegamos na hora do almoço e, mesmo cansadas,
decidimos conhecer um dos pontos turísticos mais famosos de Paris: o Louvre.
Mesmo já tendo escutado várias vezes que ele é enorme, ainda assim é
impossível imaginar o quanto! É gigantesco e não vimos tudo: seria impossível,
estávamos cansadas e não somos duas viajantes tão cultas assim. Nos contentamos
com a “Mona” e demais pinturas italianas e com as alas egípcia e grega. Suficiente
para quem acabara de viajar muitas horas...

Bjos a todos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Au revoir!


Hora de voar novamente, dessa vez para terras mais longínquas. A companheira de viagem é outra, tão querida quanto. Mas a vontade de conhecer lugares novos continua a mesma. Viajar é alimento para a alma e a nossa anda precisando de novidades! Quem não precisa? Portanto, apertem os cintos! Nos vemos em Paris!